quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Do teatro à vida

Olá cavaleiro, cavaleiro das Eras.
Como está aí?
Ainda vejo sua armadura, um aço fundido, ora escuro, ora dourado, ora entre paredes de barro outrora em mesa de ouro.
Dança cavaleiro das estrelas, do Mistério, das faces....dos olhos orientais.
Doces mãos que me apontaram caminhos enigmáticos ao segurar o mundo entre as folhas laureadas.
O peito apertado de saudade ao rever-te amigo meu, encontros entre as montanhas, encontros entre os mundos.
Sorrio quando lembro de ti, doce Akdorge.

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Palavras sob a lua

Acho que todos passamos por dias tristes, por momentos que nos entristecem a alma.
Difícil até, cabe dizer, conferir um motivo único quando se sofre por dentro.
Nunca saberemos que somos mesmo é meio desajustados ou mal amados quem sabe.
Sou a única que me pego tecendo tramas que não vivi para chegar onde estou? Acredito que não, talvez seja mais comum e corriqueiro do que penso eu.
Gosto de olhar p o "meu motivo" e ver como ela respira devagar e ver como um ser tão pequenino preenche tantos buracos, gosto de chamá-la de "massinha", minha massinha q preenche meus vazios, única razão único motivo. A única que me faz sentir importante e amada por inteira.
Minha filha é meu presente no sentido mais piegas possível e deixo aqui pra quem sabe daqui há alguns anos ela possa ler e saber a grandeza que é a sua vida na minha.
Esse texto nem seria sobre isso e acabou sendo, e foi tão sincero q vou deixar aqui, assim msmo, intenso como está sendo p mim escrevê-lo. Mesmo tão curto e breve.
Único como essa lua q vejo na minha frente, eu aqui numa solidão única, talvez própria dos casamentos, própria do ser humano, própria de quem tem auto estima tão elevada qto um grão de alguma coisa qualquer, mas talvez seja só um fim de dia cansativo, ou só mesmo o aperto uma espera q n termina.
Vou deixá-lo assim sem nexo, como são os sentimentos que não se explicam.